Papas, os
colaboradores de Jesus
Por
Clarício de Araújo
Quando Jesus pediu a Pedro para apascentar suas ovelhas (Jo 21, 18)
e, depois diz-lhe: “Tu és Pedro e sobre esta pedra eu edificarei a minha
igreja”, quis com isso confirmar o apóstolo no comando humano dos seus
seguidores, uma vez que a Igreja de Cristo (povo) e não denominação, embora
fosse do Alto, seria instalada na Terra, isto é, seria um povo que precisaria
de quem o dirigisse no mundo sobre a invocação do Espírito Santo.
Em tempo algum e em nenhum lugar está escrito que só se
salvará quem seguir a Pedro e os seus sucessores, os Papas, pois Jesus, o
próprio Deus, estaria contradizendo as suas palavras: “Ninguém vai ao Pai a não
ser por mim”, afirmação esta que muitos se prendem para negar a pessoa do Papa
como aquele que conduz a Igreja Católica, isto é, a Igreja que está espalhada
por toda a parte da Terra (em grego, Kósmo, universo, universal) e, como
sucessor de Pedro, tem essa missão. Os Papas não substituem Jesus, eles são
seus colaboradores.
Os Papas (pais) são escolhidos para guiar os que aderem ao
cristianismo (católicos) através dos ensinamentos de Jesus de forma que não
distorçam as verdades deixadas por Cristo e que vivam segundo a Palavra;
orientam os seus membros para viver a fé praticando a fraternidade, o amor, a
justiça, o perdão e a paz. Portanto, os colaboradores de Jesus (Papas) sãos os
que apascentam as ovelhas de Cristo na Terra, são os “pais” dos cristãos
enquanto a Igreja peregrina por este mundo.
Quem quiser alterar o desejo de Deus, ignore suas próprias
palavras, suas ordens dadas a Pedro.
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