Do vinil ao mp3
Por Clarício de Araújo
Repetidas vezes tenho dito que desde
a minha juventude sempre gostei de ouvir músicas, a princípio através do rádio
e posteriormente, por meio de toca-discos, cujos aparelhos eram conhecidos como
“vitrola” ou “radiola”, que faziam os discos de vinil rodarem e emitirem os
sons neles gravados. O gosto por música me levou a ingressar no quadro de
funcionários da antiga Rádio Difusora de Paranaguá, cujo prefixo muitas pessoas
lembram com saudade e às vezes falam para mim, para recordar o tempo em que lá
atuei. Foram oito anos à frente da mesa de som da saudosa ZYJ-204, cujos dias
me trazem boas lembranças.
Porém, o tempo passa e com ele
acontecem mudanças de tecnologia, fazendo com que velhos sistemas de reprodução
sonora sejam deixados de lado para dar lugar a equipamentos mais sofisticados e
com qualidade superior de som. Os antigos discos de vinil, um subproduto do
petróleo, deram lugar aos CDs, que tiveram vida curta e por fim, vivemos a era
digital, através do MPEG-1/2 Audio Layer 3, ou simplesmente MP3, sistema que
usa um algoritmo que torna o arquivo menor, fazendo com isso que se possa armazenar
grande quantidade de músicas em um pendrive ou memória do computador.
Isto posto, volto à minha narrativa,
dizendo que continuo ouvido músicas sempre que possível, graças a essa
tecnologia espetacular que permite ter uma grande coleção de músicas em um só
lugar e ao mesmo tempo com fácil acesso, além da qualidade sonora. Para ser
mais específico, ouço-as através do ZaraRadio ou Winkochan – DJ Mixer... Me
vejo novamente diante de uma mesa de som, mas só faz de conta...
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