sábado, 18 de outubro de 2025

 

Do vinil ao mp3

Por Clarício de Araújo

Repetidas vezes tenho dito que desde a minha juventude sempre gostei de ouvir músicas, a princípio através do rádio e posteriormente, por meio de toca-discos, cujos aparelhos eram conhecidos como “vitrola” ou “radiola”, que faziam os discos de vinil rodarem e emitirem os sons neles gravados. O gosto por música me levou a ingressar no quadro de funcionários da antiga Rádio Difusora de Paranaguá, cujo prefixo muitas pessoas lembram com saudade e às vezes falam para mim, para recordar o tempo em que lá atuei. Foram oito anos à frente da mesa de som da saudosa ZYJ-204, cujos dias me trazem boas lembranças.

Porém, o tempo passa e com ele acontecem mudanças de tecnologia, fazendo com que velhos sistemas de reprodução sonora sejam deixados de lado para dar lugar a equipamentos mais sofisticados e com qualidade superior de som. Os antigos discos de vinil, um subproduto do petróleo, deram lugar aos CDs, que tiveram vida curta e por fim, vivemos a era digital, através do MPEG-1/2 Audio Layer 3, ou simplesmente MP3, sistema que usa um algoritmo que torna o arquivo menor, fazendo com isso que se possa armazenar grande quantidade de músicas em um pendrive ou memória do computador.

Isto posto, volto à minha narrativa, dizendo que continuo ouvido músicas sempre que possível, graças a essa tecnologia espetacular que permite ter uma grande coleção de músicas em um só lugar e ao mesmo tempo com fácil acesso, além da qualidade sonora. Para ser mais específico, ouço-as através do ZaraRadio ou Winkochan – DJ Mixer... Me vejo novamente diante de uma mesa de som, mas só faz de conta...

 

 

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